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                                                                            Saídas I

 

                                                                                        Gerardo Nuñez (Buenos Aires)

 

Introdução

 

Desde os tempos imemoriais,  o homem foi fascinado pelos jogos.  Ao final do primeiro milênio, antigas e desenvolvidas civilizações como a egípcia, a chinesa e a hindu, descobriram as cartas de jogar.  Desde então, e até hoje, cumprindo seu papel de divertir, as cartas se integraram às nossas vidas e, sobretudo à dos bridgistas.

 

O jogo de bridge divide-se em três partes: leilão, carteio e defesa. 

 

Leiloamos em cem por cento das mãos, defendemos cinqüenta por cento e carteamos vinte e cinco por cento. 

 

Esses números frios referem-se ao tempo que um jogador de bridge deve dedicar, durante um match ou um torneio.  Não se referem ao nível de dificuldade de cada aspecto, o qual variará, dependendo da categoria do jogador.  No caso dos principiantes, a defesa ocupa o primeiro lugar em dificuldade apesar de ser uma questão de lógica.

 

As estatísticas indicam que 80 por cento dos contratos declarados, são ganhos quando a teoria diz que só 50 por cento deveriam ser cumpridos. Daí deduz-se que há falta de estudo e treinamento na área da defesa.

 

O objetivo da defesa é impedir que o contrato prometido seja cumprido. Há muitas formas de conseguir isto, mas todas nascem da mesma mãe: a saída inicial.

 

A Saída Inicial

 

Começar o ataque é uma responsabilidade, dado que busca incomodar o mais possível o carteador (esse incômodo pode nascer de uma ação agressiva ou passiva). Outras vezes é um problema do qual não se pode livrar rapidamente.  Em geral é a jogada mais importante da defesa e também a mais difícil.

 

   Calcula-se que dos contratos entregues por uma defesa ruim, 40 por cento foram por causa da saída.

 

A maioria dos jogadores saem mal e os experts nem sempre encontram a saída mortal.  Não é uma ciência exata.  É um desafio.  Em muitas mãos, grupos de craques podem discordar a respeito de como começar o ataque. Mesmo que a saída inicial não derrube imediatamente o contrato, pode ser o caminho para uma defesa devastadora.

 

Definições

 

Nestes artigos, aplicar-se-ão as seguintes definições:

 

Saída – A primeira carta jogada em cada vaza (pelos defensores ou pelo carteador).

 

Saída Inicial – a primeira carta jogada pelo lado defensor, com a qual começa a fase do carteio.

 

Objetivo – realizar um bom ataque inicial.  Dele dependerá a sorte da linha defensiva a ser adotada.

 

Dificuldade

 

Para tomar uma decisão, o saidor está limitado a ver somente suas treze cartas, enquanto o carteador poderá sempre ver as suas treze mais as  treze do parceiro (o morto).  A meta é obter uma alta porcentagem de acertos.

 

Vantagens

 

 

Arsenal

 

 

1)      O sistema convencional de saída que utilizaremos será estudado em capítulos posteriores (ataques a contratos em NT e em naipe)

 

2)      A saída depende da constituição da mão e deverá considerar:

 

 

3)      Durante a análise do leilão, deve-se levar em conta vários pontos:

 

 

É conveniente meditar sobre a saída durante o leilão. 

 

Às vezes o leilão será claro e, outras vezes, tem-se uma saída óbvia.  Mas, na grande parte do tempo, estaremos forçados a adivinhar inteligentemente (porque o leilão não deixou uma informação vital) e disporemos de uma só oportunidade para demonstrar nossa engenhosidade.

 

A escolha do ataque, depende se o contrato é em naipe ou NT.  Como existem diferenças conceituais entre eles, dividiremos o estudo em duas partes, começando pelo ataque a NT.

 

O Ataque a NT

 

Os contratos em NT lembram uma corrida em que cada um dos lados tenta firmar seus naipes antes do adversário.  Nessa corrida, o “tempo”desempenha um papel determinante.

 

Aprendemos que no carteio de contratos em naipe, contam-se ganhadoras e perdedoras enquanto nos contratos em NT contam-se só ganhadoras. 

 

Entretanto, não estamos acostumados a contar quantas vezes temos que entregar a mão antes de atingir nosso objetivo.

 

Contar as vezes em que se deve entregar a mão, favorece a descoberta de qual deve ser o “timing” do contrato, quer dizer: se o lado defensor, com sua saída inicial, firmou  seu naipe longo e está em condições de corrê-lo, se pegar a mão, o “timing” está de seu lado, já que o carteador precisa fazer todas as vazas que precisa, antes de entregar a mão.

 

O trabalho do defensor é contar as vazas que o lado adversário tem, durante o leilão.  Agora, nem sempre o ataque inicial criará as vazas necessárias para derrubar o contrato;  cabe ao defensor verificar que deverá buscar as vazas que faltam, em outro naipe.  Para isso, é necessário contar as vazas.  Nos contratos em naipe é importante saber trocar o ataque, em NT – em geral – aposta-se num único naipe, embora nem sempre seja assim.

 

Acordos de Saída

 

 

Regras Gerais

 

 

Conselhos

 

 

Ejercicios